CAFÉ COM HISTÓRIA


28/11/2008


Cobra dos olhos de fogo.

Diz a lenda que o Boitatá era uma espécie de cobra e foi o único sobrevivente de um grande dilúvio que cobriu a terra.
Para escapar ele entrou num buraco e lá ficou no escuro, assim, seus olhos cresceram.
Desde então anda pelos campos em busca de restos de animais.
Algumas vezes, assume a forma de uma cobra com os olhos flamejantes do tamanho de sua cabeça e persegue os viajantes noturnos.
Às vezes ele é visto como um facho cintilante de fogo correndo de um lado para outro da mata.
No Nordeste do Brasil é chamado de "Alma dos Compadres e das Comadres".
Para os índios ele é "Mbaê-Tata", ou Coisa de Fogo, e mora no fundo dos rios.
Dizem ainda que ele é o espírito de gente ruim ou almas penadas, e por onde passa, toca fogo no mato.
Outros dizem que ele protege as matas contra incêndios.
A ciência diz que existe um fenômeno chamado Fogo-fátuo, que são os gases inflamáveis que emanam dos pântanos, sepulturas e carcaças de grandes animais mortos, que vistos de longe parecem grandes tochas em movimento.
 
Fonte de pesquisa: leiladavano.blogspot.com

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h54
[ ] [ ]

21/11/2008


O pai da matemática dedutiva.

   Tales, matemático e astronomo grego, nasceu na cidade de Mileto, atual cidade de  Yeneköy - Turquia, no ano de 640 a.C, filho de uma família de Tebas da estirpe de Cadmo, eram comerciantes bem sucedidos de azeite e sal, mas foi também o mais bem sucedido dos Sete Sábios da Grécia antiga.

Atribui-se ele a criação da escola jônica, ponto de partida para criação do pensamento folosófico da Grécia antiga.

Conta-se que Tales, considerado o primeiro pensador do Ocidente, era tão distraído que certa vez ao olhar para céu caiu num buraco, sendo, por isso, chamado de lunático, foi o primeiro a explicar o eclipse do Sol, ao verificar que a Lua é iluminada por esse astro. Segundo Heródoto, ele teria previsto um eclipse solar em 585 a.C. Segundo Aristóteles, tal feito marca o momento em que começa a filosofia. Os astrônomos modernos calculam que esse eclipse se apresentou em 28 de Maio do ano mencionado por Heródoto.

Tales considerava a água como sendo a origem de todas as coisas. E seus seguidores, embora discordassem quanto à “substância primordial” (que constituía a essência do universo), concordavam com ele no que dizia respeito à existência de um “princípio único" para essa natureza primordial.

Atribuem-se a Tales diversas descobertas matemáticas. Além de estudar a geometria do círculo e do triângulo isósceles, Tales demonstrou o cálculo da altura de uma pirâmide, baseado no comprimento de sua sombra.

Fonte de pesquisa: Páginas da internet.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 20h06
[ ] [ ]

19/11/2008


Uma imagem vale + que 1000 palavras

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h55
[ ] [ ]

 

O dia da bandeira é um dia em homenagem à bandeira do Brasil. A celebração acontece no dia 19 de Novembro, data em que a bandeira foi instituída.

A data foi adotada pelo decreto nº 4 no dia 19 de novembro de 1889, quatro dias após a Proclamação da República.

O desenho da bandeira possui normas específicas nas dimensões e proporções do mesmo. A bandeira brasileira apresenta formato retangular, um losango amarelo em fundo verde, a esfera azul celeste do centro é atravessada pela faixa branca com as palavras “Ordem e Progresso”.

 
A bandeira nacional foi desenhada por Décio Vilares. Essa fica hasteada na Praça dos Três Poderes em Brasília, simbolizando a pátria.

As quatro cores representadas na bandeira simbolizam as famílias reais descendentes de D. Pedro I, idealizador da bandeira do Império.

 

Por Patrícia Lopes

 

Fonte de pesquisa: www.brasilescola.com

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h46
[ ] [ ]

18/11/2008


A comida nos túmulos dos Faraós

 

Nos túmulos dos reis e de nobres egípcios, muitas oferendas estavas gravadas nas paredes. Pela crença, elas asseguravam que o morto se serviria de uma porção diária de comida em sua vida pós morte. O nome e a quantidade dos alimentos estavam escritos em hieróglifos, permitindo aos arqueólogos de hoje terem uma idéia do menu cotidiano dos egípcios daquele período.

É claro que a mesa dos Farós era privilegiada. Dispunham de iguarias provenientes de todos os lugares do reino - como lentilhas, abóboras, coentro, bolachas, leites, carnes, ervas, peixes, mel, frutas, carneiros, gansos, codornas, frutas secas, romãs acompanhados de vinho e cerveja.

E também alimentos essenciais para a dieta do povo como pães de trigo e uma espécie de cerveja energética chamada henequet. Entre as receitas sofisticadas servidas aos Faraós chamava a atenção uma simpels mas, saborosa  sopa de lentilhas amarelas, feitas com celolas, sal, cominho e azeite de oliva.

 

Fonte de pesquisa: Revista História Viva nº 47 - www.templodeapolo.net

Escrito por BÁRBARA PRADO às 16h00
[ ] [ ]

15/11/2008


Proclamação da República

Escrito por BÁRBARA PRADO às 11h03
[ ] [ ]

11/11/2008


 

O palácio do Sol era um lugar fulgurante. Tinha o brilho do ouro, o lampejo do marfim e a cintilação das jóias. Por dentro e por fora, tudo era resplendor e luminescência. Era sempre meio-dia, e a penumbra sombria nunca vinha turvar a claridade. A escuridão e a noite eram ali desconhecidas. Poucos dentre os mortais teriam resistido por muito tempo àquela luminosidade imutável, mas também poucos tinham descoberto o caminho que levava até lá. Não obstante, um dia ousou aproximar-se desse lugar um jovem que, de parte de mãe, era mortal. Teve que parar muitas vezes para esfregar os olhos ofuscados por tanta luz, mas o propósito que o trouxera até ali era tão urgente que ele se manteve firme e apressou ainda mais os passos ao entrar no palácio, atravessando as portas polidas que conduziam à sala do trono, onde estava o deus-sol, envolto por um brilho resplandecente e ofuscante. Ali o jovem parou, incapaz de dar mais um só passo. Nada escapa aos olhos do Sol, que imediatamente se deu conta da presença do jovem e para ele olhou com grande amabilidade. "O que te trouxe aqui?", perguntou, "Aqui estou", respondeu com grande ousadia o outro, "para descobrir se és ou não meu pai. Minha mãe disse que sim, mas meus amigos riem de mim quando lhes digo que sou teu filho, já que em nada disso acreditam. Contei tudo isto à minha mãe, e sua resposta foi que eu viesse pessoalmente procurar-te." Sorridente, o Sol tirou sua coroa de luz ofuscante, para que o jovem pudesse olhá-lo sem maltratar os olhos. "Aproxima-te, Faetonte!", ordenou-lhe. "Clímene te disse a verdade. És meu filho, e espero que também não duvides da minha palavra. Pretendo, porém, dar-te uma prova de que não minto. Pede-me qualquer coisa que quiseres e serás atendido. Como testemunha da minha promessa, vou invocar o Estige, o rio do juramento dos deuses."
       Sem dúvida, Faetonte já observara muitas vezes o Sol a percorrer os caminhos do Céu, dizendo para si mesmo com um sentimento misto de respeito e admiração: É meu pai que por ali passa!" Em seguida, punha-se a imaginar como seria estar também naquele carro, dirigindo os corcéis ao longo daquela vertiginosa trajetória com a finalidade de levar a luz ao mundo. Agora, depois de ouvir as palavras do pai, esse sonho louco estava prestes a concretizar-se. Num instante, exclamou: "Deixa-me tomar o teu lugar, pai! Não há coisa que eu mais queira. Só por um dia, por um único dia, deixa-me conduzir o teu carro."
       O Sol então deu-se conta da sua própria loucura. Por que fizera aquele juramento fatal, comprometendo-se a satisfazer qualquer desejo que passasse pela cabeça jovem e imprudente do filho? "Meu caro menino", disse ele, "eis aí a única coisa que eu lhe teria recusado. Sei que não posso fazê-lo, pois jurei pelo Estige. Caso insistas, tenho que ceder, mas não creio que o faças. Ouve bem os esclarecimentos que tenho a fazer sobre o teu pedido. És filho meu e de Clímene. Assim, és também mortal, e a mortal algum é dado dirigir o meu carro. Na verdade, nenhum outro deus pode dirigi-lo, nem mesmo o Rei dos Deuses. Reflete sobre a trajetória que é preciso seguir. Subindo a partir do mar, o caminho é tão íngreme que os cavalos mal conseguem avançar, por mais descansados que estejam pela manhã. Ao chegar a metade do percurso, a altura é tão vertiginosa que nem eu mesmo gosto de olhar para baixo. Mas ainda muito pior é a descida, e esta se precipita de tal forma que os Deuses do Mar, à espera de minha chegada, ficam admirados ao ver que não me lanço de cabeça para baixo. Guiar os cavalos é também uma luta infindável. Sua natureza de fogo vai tornando-os mais impetuosos à medida que sobem, e só com muita dificuldade consigo mantê-los sob meu controle. O que não fariam eles contigo?
       "Deves imaginar que lá em cima existem todas as espécies de maravilhas, cidades divinas cheias de coisas belas, mas nada disso existe. Terás de passar por feras e terríveis animais de rapina, que serão tudo o que terás para ver. O Touro, o Leão, o Escorpião, o grande Câncer, todos eles tentarão fazer-te algum mal, e não duvides por um só instante que assim será. Olha ao teu redor e vê quantas coisas belas existem no mundo. Escolhe uma que seja o mais profundo desejo de teu coração, e ela será tua. Se desejas uma prova de que sou teu pai, que prova melhor posso dar-te do que meus receios pela tua vida?"
       Para o jovem, porém, toda a sabedoria contida nessa conversa não surtiu melhor efeito. Uma perspectiva gloriosa abria-se diante dele, que já se via orgulhosamente em pé naquele carro maravilhoso, guiando os corcéis que nem o próprio jovem era capaz de controlar. Não ligou a mínima para os perigos que seu pai lhe descrevera. Não se deixou perturbar um só instante pelo medo, nem pela dúvida sobre sua própria capacidade. Por fim, o Sol desistiu de tentar convencê-lo. Viu que toda tentativa seria inútil e, além disso, já não havia mais tempo para nada: o momento da partida aproximava-se. As portas do Leste já se tingiam de seu brilho purpúreo, e a Aurora já vinha abrindo o seu caminho cheio de luz rósea. As estrelas abandonavam o Céu, e até mesmo a retardatária estrela da manhã já se apagava.
       Era preciso apressar-se, mas tudo estava pronto. As estações do ano, as guardiãs do Olimpo, aguardavam o momento de abrir as portas de par em par. Os cavalos tinham sidos preparados e estavam emparelhados ao carro. Com grande júbilo e orgulho, Faetonte subiu para o mesmo e partiu. Tinha feito sua escolha, e só lhe restava agora arcar com as conseqüências. Não que desejasse mudar alguma coisa naquela primeira corrida magnífica pelos ares. O próprio Vento Leste foi ultrapassado e deixado muito por trás. As velozes patas dos cavalos passavam pelas nuvens baixas, mais próximas do oceano, como se estivessem atravessando uma fina névoa marítima, e depois se elevavam rumo aos ares translúcidos das grandes alturas do Céu. Durante alguns momentos de puro êxtase, Faetonte sentiu-se o próprio Senhor do Firmamento. De repente, porém, algo se modificou. O carro começou a oscilar fortemente de um lado para o outro; a velocidade se tornou muito maior, e Faetonte percebeu que não tinha mais o controle de nada. A corrida não era mais dirigida por ele, mas pelos cavalos. Eram senhores da situação, e nada havia como controlá-los. Saíram do caminho habitual e se lançaram para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita. Por pouco não lançaram o carro contra o Escorpião; depois, em uma vertiginosa escalada, quase se arrebentam contra o Câncer. A esta altura, o pobre condutor estava quase desmaiado de terror, e então deixou cair as rédeas.
       Foi o sinal para que a corrida se tornasse mais louca e avassaladora. Os cavalos voaram para o ponto mais alto do Céu, e em seguida, mergulhando de cabeça para baixo, incendiando o mundo. As mais altas montanhas foram as primeiras a queimar – Ida e Helicon, onde vivem as Musas, o Parnaso e o Olimpo, que se eleva para além dos Céus. Através de suas encostas, as chamas desceram para os vales mais baixos e planos e para as terras cobertas de florestas escuras, até que tudo passou a ser consumido pelas chamas. As fontes evaporaram-se, e os rios foram transformados em regatos. Diz-se que foi aí que o Nilo fugiu e escondeu sua nascente, que ainda hoje continua escondida.
       Faetonte, que mal conseguia manter-se no carro, foi envolto por um calor infernal e uma fumaça espessa que parecia saída de uma fornalha. A única coisa que agora queria era acabar o mais rápido possível com todo aquele tormento e terror. Teria saudado alegremente a própria morte. A situação também se tornou insuportável para a Mãe terra. Lançou um grito avassalador que foi ecoar junto aos deuses. Estes, ao olharem lá do Olimpo para baixo, viram que a salvação do mundo dependia de uma ação muito rápida de sua parte. Zeus pegou o raio e lançou-o contra o condutor imprudente e arrependido. Faetonte caiu morto, o carro foi destroçado e os cavalos enlouquecidos foram lançados nas profundezas do mar.
       Através dos ares, Faetonte caiu como uma bola de fogo sobre a Terra. O misterioso rio Eridano, nunca visto por qualquer mortal, recebeu-o, extinguiu o fogo e esfriou-lhe o corpo. As Náiades, com pena de vê-lo morrer tão jovem e cheio de coragem, sepultaram-no e gravaram em seu túmulo:
Aqui jaz Faetonte, que dirigiu o carro do Deus-Sol. Foi grande o seu fracasso, mas grande também sua ousadia. As irmãs dele, as Helíades (filhas de Hélio, o Sol), vieram chorá-lo em sua sepultura, e foram transformadas em álamos ali mesmo, junto às margens do Eridano. Onde, pesarosas, vertem lágrimas eternas no leito do rio. E cada uma delas, ao cair, cintila em suas águas Como reluzente gota de âmbar.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 20h02
[ ] [ ]

Quando sentir que há muito peso

sobre teus ombros.

Lembra-te do Titâ Atlas

que carrega o peso do mundo

nas costa

(Bárbara Prado)

Escrito por BÁRBARA PRADO às 17h08
[ ] [ ]

08/11/2008


'Eu me visto para as mulheres

e me dispo para os homens'

(Angie Dickison)

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h35
[ ] [ ]

Uma imagem vale + que 1000 palavras

Escrito por BÁRBARA PRADO às 09h54
[ ] [ ]

07/11/2008


A lenda de Quelone

O Olimpo estava em festa, Zeus e Hera finalmente iriam se casar. As duas imensas portas do Empíreo estavam forradas de nuvens, haviam sido abertas em par, pela três Graças: Eunomia, Dice e Irene e faziam o papel de anfitriãs.

Os convidados iam chegando em grande número, atravessando a ponte colorida do imenso arco-íris. Os principais deuses do Panteão Olímpico iam chegando, sozinhos ou em pares, conversando alegremente.

Ceres vestia uma túnica drapejada e esvoaçante, surgiu, entre tantas outras beldades, muito sorridente. Junto dela estava Minerva a deusa da sabedoria, recatada, mas sempre encantadora.

Apolo e sua irmã Artemis, vinha abraçados, dando uma gostosa gargalhada.

Os grupos foram passando um a um, até que um curioso casal aprentou-se a bela Vênus e seu coxo marido Efesto.

Irene uma das anfitriãs cochichou com as irmãs: Veja só, será que finalmente resolveu tomar um banho? E escondeu uma risadinha detrás do véu.

De fato, o deus das forjas, sempre sujo de fuligem, encontrava-se com seus cabelos geralmente emaranhados, pareciam que finalmente haviam encontrado uma escova, e algo parecido com uma esponja de banho, tinha sido esfegado sobre seu corpo, ombros e membros.

Quase todos já haviam chegado, inclusive Posídon, com sua corte aquática úmida e festiva, e o sombrio cortejo de Hades, que trazia sua esposa Perséfone pálida como sempre, pelo braço, porém mais animada com o festejo.

Mas, Eunomia sentiu a falta de um nome na lista de convidados, faltava a Ninfa Quelone.

Perguntaram-se junto com Hermes que acabara de chegar: O que terá acontecido?

Hermes apertou um pouco mais suas sandálias aladas, e desapareceu em um pé-de-vento, pela estrada colorida. Apenas deixando sua vóz para trás:

- Vou refazer o trajeto para ver o que houve.

Quanto mais o filho de Zeus avança, mais temia pelo atraso da ninfa. Se Hera souber que ela ignorou a festa, a matará!

Quelone entretanto, ainda estava descansada em sua casa, queixando-se do calor!  A vontade de ir as bodas era nenhuma. Na verdade não tinha vontade de fazer nada!  Sim. porque apesar de ser uma ninfa adorável, era também a mais preguiçosa das criaturas. "Miseravelmante preguisoça", como lhe dissera um dia, um fauno das redondezas. Cogitando e refrescando os pés na água, a ninfa deixava o tempo passar. A final de contas deveria ir mesmo?

De repente chega Hermes, fazendo sombra entre ela e o sol.

Hermes diz: - Sua preguiçosa, eu já imaginava.

- Ah, é você? Disse ela com a mão em pala sobredos olhos. Sempre correndo prá cima e prá baixo, não é?

- Voando, querida, voando. Vamos, levante-se preguiçosa, esta quase na hora do casamento de Hera.

- Não posso, disse Quelone. Acordei com o pé machucado.

Mas, o deus não estava para lorotas, e em dois tempos a colocou no rumo da estrada. Mas a ninfa teimava em atrasar o passo. Ora para descançar, ora simulada. O tempo passava e Hermes sentia que daquele jeito não chegariam.

Hermes resolveu:

- Bem adeus, vou indo na frente, senão Hera, matará a mim. Disse o deus perdendo de vez a paciência.

Quelone respondeu: - Vá logo apressadinho. Estando sentada em uma pedra azulada, bem no começo da longa estrada do arco-íris. Se pelo menos me levasse no seus braços. Quelone adormeceu ali mesmo, acordando após o fim da magnífica festa. Quando todos os deuses jár retornavam. Deuses, ninfas e faunos, todos esbarravam em Quelone que teimava em caminhar na direção inversa. Apesar de já ter acabado a festa, ela insistia em avançar, nem que fosse para dar explicação. Enquanto avançava, criticava Hera, resolvendo voltar para casa, bem mais rápito do que havia chego.

Ao chegar lá, Hermes já a aguardava. 

- Você não foi lá então, com a testa franzida.

Não encomoda pé-de-vento respondeu a ninfa. Cobrindo o rosto, diga a Rainha do Céu, que qualquer dia aparceço para dar as felicitações.

Hermes perdendo definitivamente a paciência, a pegou pelos pés, jogou-a no lago. Em seguida, jogou também a casa da ninfa sobre ela.

- Ai está, disse o deus dando as costas e indo embora.

 

A pobre Quelone ressurgiu instantes depois das profundezas do lago. Seu rosto estava mudado, estava enrrugado como de um lagarto. Tinha agora quatro pernas enormes, e em cima de suas costas estava sua pesada casa, uma imensa e pesada carapaça. E Quelone nunca fora tão lenta como agora!

 

Assim a ninfa que faltou ao casamento do grande Zeus e da poderosa Hera, foi transformada no animal que conheçemos hoje com TARTARUGA.

 

Fonte de pesquisa: www.templodeapolo.net 

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h04
[ ] [ ]

História Partido Democrata

O seu símbolo é um burro, geralmente representado em cores vermelha e azul.

Esta última é considerada a cor oficial do Partido Democrata, já que é a cor com a qual aparecem os estados donde vence este partido político.

O Partido Democrata é uma das principais forças políticas dos Estados Unidos. É um dos partidos políticos mais antigos do mundo

 

  Thomas Jefferson fundou o Partido Democrata em 1793 para lutar contra o elitismo do Partido Federalista. Em 1798, o "partido do homem comum" foi oficialmente denominado Partido Republicano Democrático.

Em 1800, Jefferson foi eleito o primeiro presidente democrata dos Estados Unidos.

Foi fundado em 1836 por Andrew Jackson na sequência de um cisma do Partido Democrata-Republicano (que fora fundado por Thomas Jefferson).

No início do século XIX foi um partido de ideologia, mas Partido Democrata abraçou a causa dos imigrantes que afluíam às cidades e centros industriais. O líder democrata William Jennings Bryan esteve à frente de um movimento pela reforma agrária e apoiou o direito das mulheres de votar, as eleições diretas para senador, entre outras coisas.

O Partido Democrata costuma ser tradicionalmente apoiado pelos trabalhadores, sindicados, assalariados, pela maioria das profissões intelectuais (professores, jornalistas, artistas) e por algumas das minorias étnicas (afro-americanos, hispânicos) e religiosas (católicos, judeus).

 

 


Em 1912, Woodrow Wilson (1913-1921) se tornou o primeiro presidente democrata do século 20. Ele levou o país à Primeira Guerra Mundial (1914-1918), lutou pela Liga das Nações e estabeleceu o Fed (o Banco Central Americano) e aprovou a primeira lei de assistência a crianças e trabalhadores.

 



Uma geração depois, Franklin Delano Roosevelt (1933-1945) foi eleito presidente com a promessa do New Deal (1933-1939). O New Deal consistia em uma intervenção em massa do Estado na economia. Foram criadas frentes de trabalho, o sistema que hoje conhecemos como seguro-desemprego, regras de limitação à atuação das instituições financeiras e fiscalização do mercado de ações, tudo combinado com um grande programa de obras e gasto público recorde.

 

 


Com a eleição de Harry Truman (1945-1953), os democratas começaram a brigar para derrubar as barreiras de raça e gênero. Truman integrou a reconstrução da Europa estabelecendo o Plano Marshall gigantesco plano de investimento feito entre 1948 e 1951 pelos EUA na Europa destruída pela 2ª Guerra] e a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte, aliança militar ocidental liderada pelos EUA).

O plano de reconstrução da Europa ficou conhecido como Marshall por ter sido delineado pelo então secretário de Estado do presidente Harry S.Truman, general George Marshall (1880-1959). O plano foi um dos frutos da Doutrina Truman, cujos pressupostos formaram a base da supremacia dos EUA no pós-guerra.

 

 



Na década de 60, o presidente John F. Kennedy (1961-1963)  proclamou uma nova fronteira e levou o primeiro homem à Lua. Após o assassinato de Kennedy, Lyndon Johnson assumiu a Presidência, declarando guerra à pobreza e criando programas sociais, como Medicare assegurando que idosos receberiam qualidade no serviço de saúde.

 



Jimmy Carter  (1977-1981) foi eleito presidente, ajudando a restabelecer a confiança do governo na nação após o escândalo de Watergate. Dois repórteres do jornal "Washington Post" revelaram que a equipe da campanha da reeleição do presidente republicano Richard Nixon (1969-74) tentou espionar a oposição democrata e levantou dinheiro de forma ilegal. O caso provocou a renúncia de Nixon.

 

 


Em 1992, o então governador do Arkansas Bill Clinton  (1993-2001) foi eleito o 42º presidente dos EUA trazendo um período de grande expansão econômica, redução de desemprego, redução de índices de criminalidade. Em 1996, Clinton se tornou o primeiro presidente democrata a ser reeleito desde Roosevelt.

 

 

Barack Hussen Obama, senador pelo estado de Illinois, o único senador afro-americano na atual legislatura. O 44º presidente de seu país, eleito no 05.11.2008 passa a ser primeiro negro a governar os Estados Unidos.


Fonte: www.democrats.org/about/history.html, www1.folha.uol.com.br, educaterra.terra.com.br

Escrito por BÁRBARA PRADO às 17h16
[ ] [ ]

06/11/2008


Ele não conseguiu vencer as eleições americanas.

Agora sua história é conhecida pelo mundo.

 

 

2008 - Durante a campanha presidencial com a esposa Cindy.

 

 

Um herói de verdade

type=text/javascript>

Uma mensagem cunhada na parede de uma minúscula cela deu forças ao piloto americano John McCain para suportar os dois anos e meio de confinamento solitário no antigo Vietnã do Norte. Vinte e cinco anos depois, as histórias vividas durante a guerra seguem rendendo ao agora candidato a presidente dos EUA o status de herói.

Foi em um café da manhã de oração, em 1974, que McCain descobriu o efeito que suas memórias causavam nas pessoas. A convite do então governador da Califórnia, Ronald Reagan, compareceu ao encontro em Sacramento. Começou a contar suas experiências como prisioneiro de guerra e lembrou do momento em que percebeu a frase escrita na parede do buraco de apenas dois metros de altura por dois metros de largura onde foi enclausurado. “Eu acredito em Deus, o Todo-Poderoso”. A mensagem, deixada por outro prisioneiro, o manteve firme durante os anos em que ficou na solitária. Quando terminou de falar, o ex-combatente viu os convidados, inclusive Reagan, soluçando.

– Percebi que não fui eu que os comovi. Foi a história que fez isso – revelou à revista Time.

UMA FAMÍLIA DE MILITARES

Filho e neto de almirantes, John Sidney McCain III, 72 anos, cresceu familiarizado com o ambiente militar. Nasceu em uma base americana – Coco Solo, na antiga Zona do Canal do Panamá, no dia 29 de agosto de 1936 – e passou boa parte da infância e da adolescência se mudando por causa do trabalho do pai, John Sidney McCain Junior. A tradição também falou mais alto depois que, terminado o Ensino Médio, decidiu entrar para a Academia Naval. Naquela época, estava longe de ser um modelo: quase foi expulso e se formou como um dos últimos de sua classe. Durante o curso de piloto, viveu uma rotina de festas, passeios em seu Corvette e namoradas. Talvez estivesse experimentando sua porção de simples mortal.

Mas tudo ficaria diferente. Quando se apresentou como voluntário para ir ao Vietnã, em 1967, e teve de encarar a guerra de frente, o segundo dos três filhos de McCain Junior começou a sair da sombra da família e assumiu o papel de protagonista. Deixou seu país casado com a modelo Carol Shepp e pai de Sydney – tendo adotado também os dois filhos do casamento anterior da mulher. Seu primeiro grande teste veio em 29 de julho de 1967, quando o aeronave em que estava foi acidentalmente atingida por um míssil americano.

Mas foi um outro incidente, quase três meses depois, que marcou a passagem de McCain, então com 31 anos, pelo Vietnã. Seu avião foi derrubado durante um bombardeio em Hanói. Caído em um lago, com os dois braços e uma das pernas quebradas, usou os dentes para inflar o colete salva-vidas. Um esforço em vão. Antes de chegar à margem, foi rendido pelo inimigo – e mais tarde acabou transferido para a prisão de Hoa Loa.

 

 

Prisioneiro - com dois braços e uma perna quebrados, após a queda no Vietnã do Norte

 


 

A precoce chegada dos cabelos brancos foi apenas um dos efeitos produzidos pelo tratamento recebido no cárcere. Conhecido na prisão como um contador de histórias, McCain ganhou ainda mais brilho quando se recusou a aceitar a liberdade oferecida pelos seus captores – quando descobriram que seu pai era um alto comandante americano –, a não ser que todos os demais prisioneiros fossem soltos.



MARCADO PELA GUERRA: Fisicamente debilitado – até hoje não consegue erguer os braços acima da cabeça –, voltou para casa, em 1973, moralmente fortalecido. Mas suas limitações impediram um avanço na carreira militar. Em 1981, no mesmo dia em que enterrou o pai, vestiu seu uniforme pela última vez.

– Parecia que estava me desconectando da minha vida prévia – desabafou.

Se o primeiro flerte com a política veio ainda na marinha, quando atuou como contato no Senado, suas conexões se fortaleceram de fato quando se tornou relações públicas da empresa do pai de sua segunda mulher, Cindy Hensen – com quem se casou em 1980, pouco depois de se divorciar, e teve quatro filhos.

A primeiro eleição, para a Câmara de Deputados, veio em 1982. Em dois mandatos, ganhou fama de político de convicções firmes e temperamento curto. Chegou ao Senado em 1986 e lá foi investigado – e depois absolvido – por suspeita de envolvimento com lobistas.

McCain ainda encontraria outras dificuldades. Na vida pessoal, derrotou um câncer de pele, em 2002. Na vida pública, foi derrotado por George W. Bush na disputa pela indicação republicana nas eleições de 2000. Reeleito senador em 2004, agora tenta de novo a Casa Branca. E, embora lute para não ser lembrado apenas como “o candidato ex-prisioneiro de guerra”, é difícil tirar essa idéia da cabeça dos americanos. Talvez porque, no imaginário, eles acreditem que heróis de verdade possam mudar o curso do país.

 

Fonte de pesquisa: http://zerohora.clicrbs.com.br ou Jornal Zero Hora domingo 26.10.2008 págs 26/27

Escrito por BÁRBARA PRADO às 11h53
[ ] [ ]

05/11/2008


Boa Noite

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h36
[ ] [ ]

5 de Novembro de 2008 - Faz história

Barack Hussen Obama


Primeiro negro a chagar na Casa Branca:


Um fato, história fez-se nesta madrugada, Obama aos 47 anos, (5º mais jovem presidente) tem o comando do país mais visto pelo mundo...
A esperança de muitos negros, brancos, latinos do E.U.A, de famílias onde seus filhos estão em guerra a mais de seis anos, do meio ambiente, e dos países que dependem de sua economia.
Foi a primeira vez que milhares de americanos sairam de casa para votar, sem se importarem com o tempo nas filas, com o tempo, e o tempo.
Todos torciam por Ele. O mundo voltou os olhos à Obama como uma esperança e renovação da história.

Notícia: A caminho do hospital, um morador da Flórida realizou seu último desejo : enviou, pelo correio, seu voto antecipado nas eleições presidenciais Lloyd Chamberlain morreu durante uma cirurgia cardíaca. O voto foi considerado válido.

 

Curiosidades da campanha: Cidade japonesa tem como nome o sobrenome do presidente eleito dos EUA. O município no oeste do Japão é chamado Obama. Devido à coincidência, o nome do candidato democrata foi espalhado pelas ruas, em placas, hotéis, e até em camisetas.

Vendedores ambulantes nas ruas de Chicago, a maior cidade de Illinois, estado que elegeu Obama senador, ofereceram broches que celebram o momento histórico da eleição. ‘Eu estive lá – Noite da Vitória de Obama’, dizem os bottons.

Depois de JFK, nenhum presidente foi tão popular e querido pelo seu povo.

O mundo se pergunta Obama, saberá liderar?

Martin Luther King, se estivesse vivo, estaria satisfeito, pois, este morreu tentanto mostrar que brancos ou negros têm igualdade.

Um país onde há 40 anos, um negro não podia beber do mesmo bebedouro que um branco, sentar em um ônibus somente nos bancos de trás, andar em calçadas separadas. Onde a Klu Klux Kan, faziam barbaridades principalmente na região sul dos E.U.A., em estados como Texas e Mississipi.

Hoje se vê Barack Hussen Obama, no poder. É a História como o mundo dá voltas.

 

Fonte de pesquisa: Internet e minha opinião pessoal. Boa noite!

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h24
[ ] [ ]

Perfil

Meu perfil
BRASIL, Mulher, Livros, Animais, História, Meio Ambiente, Boa música...

Histórico