CAFÉ COM HISTÓRIA


12/12/2008


As Denaides

Épafo casou-se com Mênfis, filha do deus-rio Nilos, e teve numerosos descendentes. Os mais importantes foram Agenor, rei de Tiro (Fenícia), pai de Cadmo e de Europa, e Belo, rei do Egito e pai de dois filhos gêmeos, Egito e Dânao. Egito teve cinqüenta filhos, os egiptíades, e Dânao, cinqüenta filhas, as danaides (nos dois casos, é claro, de diferentes mulheres).
Dânao reinou sobre a Líbia, e Egito sobre o Egito, mas um dia se desentenderam e entraram em guerra. Dânao, derrotado pelos aguerridos egiptíades, teve de fugir sozinho com as filhas para Argos, terra de seus ancestrais. Dânao e suas filhas foram bem recebidos pelo povo argivo, e Dânao acabou se tornando rei de Argos.
Naquela época, a região estava privada de água por causa de Posídon, ainda enraivecido por ter perdido o patronato de Argos para a deusa Hera. Tudo se resolveu, no entanto, quando o deus se enamorou de uma das danaides, Amímone, com quem teve um filho, Náuplion, o fundador da cidade de mesmo nome.
Mas, um belo dia, os egiptíades apareceram em Argos, propuseram ao tio uma reconciliação e pediram, ainda, as cinqüenta danaides em casamento.
Dânao aparentou concordar, mas presenteou cada uma das danaides com uma adaga e ordenou-lhes que matassem os maridos na noite de núpcias.
Quarenta e nove danaides obedeceram, e quarenta e nove egiptíades foram assassinados. Somente Hipermnestra, a filha mais velha, poupou o marido, Linceu, por quem acabara se apaixonando. O velho Dânao quase matou a filha e o sobrinho-genro mas, por fim, acabou se entendendo com eles.
Quanto às quarenta e nove danaides, sua punição foi terrível: os deuses condenaram-nas, no Hades, a encher de água um vaso cheio de furos durante toda a eternidade.

Fonte de pesquisa: páginas da internet

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h42
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A maldição de Tântalo

Na mitologia grega, Tântalo foi um mitológico rei da Frígia ou da Lídia, casado com Dione. Ele era filho de Zeus e da príncesa Plota. Segundo outras versões, Tântalo era filho do Rei Tmolo da Lídia (deus associado à montanha de mesmo nome). Teve três filhos: Níobe, Dascilo e Pélope. Certa vez, ousando testar a omnisciência dos deuses, roubou os manjares divinos e serviu-lhes a carne do próprio filho Pélope num festim. Como castigo foi lançado ao Tártaro, onde, num vale abundante em vegetação e água, foi sentenciado a não poder saciar sua fome e sede, visto que, ao aproximar-se da água esta escoava e ao erguer-se para colher os frutos das árvores, os ramos moviam-se pra longe de seu alcance sob força do vento. A expressão suplício de Tântalo refere-se ao sofrimento daquele que deseja algo aparentemente próximo, porém, inalcançável, a exemplo do ditado popular "Tão perto e, ainda assim, tão longe".

Houve outros personagens com o nome Tântalo: um rei de Pisa no Peloponeso, um dos filhos de Tiestes e primeiro marido de Clitemnestra.

 

Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h34
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A roda Íxion

Íxion figura entre os três maiores vilões da mitologia grega, ao lado de Sísifo e Tântalo. Tanto a culpa de Tântalo quanto a justiça no castigo de Sìsifo são questionáveis, contudo, não há argumentos capazes de defender Íxion.

Íxion, filho de Flégias, descendente do Deus-Rio Peneu foi rei dos lápidas, um povo que habitava a Tessália, próximo aos montes Pélios e Ossa. Tendo-se apaixonado por Dia, filha de Dioneu, prometeu-lhe seus cavalos em troca da mão de sua filha. Após o casamento, Íxion negou ao seu sogro os cavalos que lhe havia prometido, ao que este reagiu com a tomada à força do que lhe era devido, fazendo com que Íxion jurasse vingança. Não tendo conseguido decidir entre a morte e o sofrimento para seu sogro, Íxion optou por ambos: construiu uma câmara incendiária e camuflou-a em sua casa como um cômodo. Dioneu, tendo aceitado um convite de Íxion para uma reconciliação dirigiu-se à casa deste e caiu em sua armadilha. Enquanto era incinerado, seus gritos de desespero levaram Íxion ao arrependimento, mas era tarde. Ao abrir a porta da câmara, Íxion se deparou com o corpo carbonizado de seu sogro.

Após seu crime, o remorso fez com que Íxion enlouquecesse, e sua loucura o fez errar pelo mundo como mendigo. A única maneira de recobrar a sanidade seria submetendo-se a uma purificação para a expiação do crime, porém ninguém conhecia o ritual próprio para o caso, já que nunca antes ninguém havia assassinado um membro de sua própria família.

 

 Íxion e Néfele; em segundo plano Hera; Zeus ao fundo.

 

 

Ao ver o sofrimento de Íxion, Zeus apiedou-se. Restitui-lhe a sanidade e convidou-o a partilhar do banquete dos Deuses, convite que foi prontamente aceito pelo mortal. Tendo-se embriagado pelo néctar , Íxion passou a assediar a esposa de seu anfitrião, a própria Hera Cronida. Esta, ao perceber as intenções do visitante alertou seu esposo a respeito das intenções de seu convidado. Ao que parece Zeus encontrava-se com um bom-humor anormal neste dia, pois, em lugar de irritar-se, acho divertida a situação, e para testar seu hóspede forjou um simulacro de sua própria esposa usando uma nuvem , e deixou-a a sós com Íxion,que a possuiu . Desse conúbio nasceu a raça dos Centauros, metade homens, metade cavalos. Todos os Centauros são descendentes de Íxion, exceto Kíron (preceptor de Achiles entre outros) e Folo.

 

 

 

Íxion preso na roda.

 

 

Após ter possuído Néfele crendo ser esta Hera, Íxion despediu-se dos Deuses e voltou para a Terra e, tendo chegado, divulgou para os primeiros mortais que encontrou que havia possuído a esposa do próprio Zeus. Este, enfim, irritou-se ao ver a possibilidade de angariar a fama de ter sido traído por um mortal. Imediatamente Íxion foi fulminado por um raio e lançado no Tártaro, onde foi preso a uma roda em chamas e condenado a nela girar pela eternidade.

Fonte de pesquisa: "http://pt.wikipedia.org"

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h26
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Orfeu e Eurídice

De origem Trácia, Orfeu era filho do rei trágico Eagro (às vezes confundido com Apolo) e de Calíope, uma das nove Musas, tendo sido poeta e o músico mais famoso de sua época. Apolo deu-lhe a lira e a cítara com 9 cordas em homenagem as nove musas estas ensinaram-lhe como tocá-la. De qualquer forma Orfeu sempre esteve ligado ao mundo da música e da poesia. Suas cantigas eram tão suaves que as feras o seguiam, as árvores inclinavam-se contagiados de doçura e bondade. Participou da expedição de Jasão e os Argonautas em busca do Velocino de Ouro e sua música evitou que as sereias aprisionassem os marinheiros. Quando retornou da viagem, desposou a ninfa Eurídice considerando-a como dimidium animae eius, como se ela fora a metade de sua alma.
Contudo, seu destino não incluía a felicidade. Certa vez, Eurídice passeava ao longo da margem do rio Peneu, quando foi perseguida por um pastor, Aristeu, que por ela se apaixonou. Assustada, Eurídice fugiu e pisou numa serpente, e sendo picada no calcanhar, morreu quase instantaneamente. Orfeu desesperado e sem conseguir viver longe de sua amada, decidiu ir até o reino de Hades, na esperança de reavê-la.

Com sua música suave, encantou de tal forma o mundo ctônio, que até mesmo a roda de Ixion parou de girar, o rochedo de Sísifo deixou de ocilar, Tântalo esqueceu a fome e a sede, as Danaides descançaram  de sua labuta eterna de encher  tonéis sem fundo. Orfeu conseguiu persuadir Caronte, o barqueiro, a conduzí-lo até o portal dos infernos. Fez com que o feroz Cérbero o cão de três cabeças se acalmasse; as Fúrias se aquietassem e as Moiras parassem de tecer os fios da vida, e todos os deuses e divindades das produndezas se comoveram diante de seu sofrimento e verdadeira prova de amor. Hades e sua esposa Perséfone, num gesto de generosidade, consentiu que Orfeu levasse Eurídice de volta à terra, mas impôs uma condição: houvesse o que houvesse, ele não poderia olhar para trás, sob pena de perdê-la. Orfeu aceitou a imposição e Eurídice seguiu o marido por entre as sombrias passagens em direção à luz, guiados apenas pela Lira de Orfeu. Quando estavam quase chegando, uma dúvida terrível lhe cruzou o espírito: e se o deus dos infernos o tivesse  enganado? E se a mulher que o seguia não fosse sua Eurídice? Para se certificar, olhou para trás, viu-a ainda mais uma vez, mas logo em seguida sua amada se transformou numa sombra que se esvaiu, morrendo pela segunda vez e dessa vez para sempre. Orfeu ainda tentou voltar mas, o barqueiro não permitiu.

Inconsolável pela perca da esposa Orfeu passou a repelir todas mulheres. Mergulhado na dor novamente, Orfeu optou por uma vida de pregações, tornando-se um guia espiritual que alertava os trácios sobre os malefícios que os sacrifícios poderiam trazer aos homens. Naquele momento, Dionísio, enciumado pela fama de Orfeu, que começava a ser adorado como uma divindade, amaldiçoou-o, fazendo com que as Mênades enlouquecidas o matassem, cortando-o em pedaços.

As Musas, condoídas com a sorte de Orfeu, recolheram os restos mortais do poeta e enterram-no ao pé do Monte Olimpo, onde os rouxinóis agora cantam as músicas mais doces do mundo.

Uma variante sobre a morte de Orfeu: Conta-se que Orfeu, ao retornar do mundo de Hades,  instituiu mistérios inteiramente vedados às mulheres. Os homens reuniram-se em sua casa,  fechando-no e deixando as armas à porta. Um dia mulheres enfurecidas, apoderam-se destas armas e mataram-no.

Outra variante: Orfeu tendo sido árbitro das disputa de Perséfone e Afrodite por Adônis,  Calíope teria decidido que o lindíssimo filho de Mirra permanecia uma parte do ano com uma e outro com a outra. Frustada e corroída com a decisão Afrodite não podendo vingar-se de Calíope, vingou-se no filho.  Inspirou as mulheres da Trácia uma paixão violenta, qua cada uma  queria o cantor, o que levou-as a esquartejá-lo e lançar seus restos mortais e a cabeça no rio Hebro. Ao rolar a cabeça em direção ao rio, seus lábios chamavam por Eurídice e o nome da amada era repetida em eco nas duas margem do rio.

 

 

Os deuses puniram as mulheres por este ato abominável, devastando Trácia com uma grande peste. Consultando um oráculo, como acalmar os deuses, foi dito que só se acalmariam se encontrassem a cabeça de Orfeu e lhe fossem ofertadas honras fúnebres. Após longas buscas, foi encontrada na embocadura do rio Meles, na Jônia, em perfeiro estado e ali mesmo foi erguido um templo em honra a Orfeu, onde era proíbida a entrada de mulheres.


Orfeu é a imagem do ferido que cura, aquela pessoa que por sua bondade e compaixão consegue curar os outros e que, no entanto, não consegue jamais curar as feridas do próprio coração.

 

Fonte de pesquisa: E-mail recebido, www.templodeapolo.net, Junito de souza Brandão - Mitologia Grega, Vol.III - Petrópolis/RS - Ed Vozes 2004.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h06
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11/12/2008


Amiga Fanta

Fanta é um sumo refrigerante vendido pela Coca-Cola Company. A marca Fanta foi lançada no mercado pela primeira vez na Alemanha na década de 1940 (1941) e hoje é vendida em 187 países.

A Fanta foi criada pelo químico alemão Schetelig durante a Segunda Guerra Mundial, para a Coca-Cola da Alemanha, em Essen. Devido às restrições do tempo de guerra, a fábrica alemão não obtinha dos Estados Unidos o xarope de base para a produção da Coca-Cola tradicional. O diretor da fábrica, Max Keith, precisava de um produto para manter a fábrica em produção e propôs um sabor a frutos quando analisou que matérias-primas estavam disponíveis.

 

O nome, escolhido pelos empregados da empresa, foi tirado da palavra fantástica, que é parecida em muitas línguas. Entre 1945 e 1955, a marca Fanta foi usada apenas para não perder o registro. Só foi ressuscitada de verdade para o lançamento de um refrigerante de laranja criado pela Coca-Cola italiana em abril de 1955. Fez sucesso e foi conquistando o mundo, chegando aos Estados Unidos em 1959.

 

Com fibra de maçã remanescente da pressão para a fabricação de cidra e com um subproduto da fabricação do queijo, a Fanta foi criada e tornou-se logo popular. A Fanta alemã de origem tinha uma cor amarela e um sabor diferente do da hoje comercializada Fanta Laranja. O sabor variou durante o tempo da guerra, em função das frutas disponíveis.

A versão mais conhecida no Brasil é a Fanta Laranja, que chegou no país em 1964, sendo o alvo publicitário os jovens.

 

 

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Outra versão da Fanta é a Fanta Uva, cuja origem é brasileira e foi criada em 1970. Até 1984, foi vendida no Brasil a Fanta Limão, antecessora da Sprite.

Em Portugal estão atualmente sendo vendidos os sabores laranja, ananás, limão e maracujá.

A Fanta tem como caracteristica a variação de sabores em cada mercado. Chegando em alguns mercados até sabores exóticos como a Fanta Lactea (Japão).

No Brasil é encontrada em 16 tipos de embalagens e teve versões como a Fanta Discovery, Fanta Mix, Fanta Maçã, Fanta Citrus e Fanta Morango, mas nenhuma destas são mais produzidas pela baixa taxa de vendas, restando apenas a tradicional Fanta Laranja e a Fanta Uva.

 

Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fanta

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h25
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Descanço contra o stress.

Há mais de cinco décadas a marca se compromete a desenvolver produtos focados para a saúde e o bem-estar das pessoas, dando-lhes a oportunidade de relaxar, reduzir o estresse, aliviar dores e dormir melhor, contribuindo para um mundo mais saudável. Afinal, quem não quer relaxar depois de um dia agitado e estressante? É exatamente isso o que pensa a JACUZZI, marca que se tornou sinônimo de banheiras de hidromassagem e relaxamento.

A história da empresa, que virou sinônimo de banheira de hidromassagem, remonta a 1900, quando sete irmãos, Frank, Rachel, Valeriano, Galindo, Candido, Giocondo e Joseph Jacuzzi, imigraram da Itália para a costa oeste do estado americano da Califórnia, fixando-se na cidade de Berkeley. Particularmente dotada, a família fundou em 1915 uma empresa que deu grande contribuição em várias áreas, principalmente na aviação - graças à invenção da primeira cabine fechada para monoplanos (chamada de JACUZZI BROTHERS) - e na agricultura onde, fazendo uso dos seus conhecimentos hidráulicos, criaram um sistema de irrigação por meio de bombas. Em 1925, como resultado de um terrível acidente com um de seus aviões, que matou um dos irmãos, Giocondo, a empresa decidiu não produzir mais aviões.

Com o passar dos anos, a empresa tornou-se bem-sucedida fabricando hélices de avião e bombas de irrigação para agricultura. Porém, um fato mudaria os rumos da empresa. Em 1956, uma pessoa da família, o filho de Candido, precisou de um tratamento de hidroterapia para combater a artrite reumatóide e suas terríveis dores. O garoto já havia passado por inúmeros tratamentos em hospitais sem surtir resultado. Foi então que os engenheiros da JACUZZI adaptaram uma bomba de irrigação para ser usada em uma banheira criando um jato massageador. A empresa começou então a vender a bomba portátil no mercado. Inicialmente o modelo J-300 era vendido para hospitais e escolas.

E Roy Jacuzzi, membro da terceira geração da família, viu aí um bom negócio (um sistema integrado de bomba e banheira), surgindo um novo nicho de mercado, introduzindo as banheiras de hidromassagem com a marca JACUZZI no mercado em 1968. Com a preocupação do povo norte-americano com a saúde, bem-estar e cultura ao corpo, milhões de banheiras foram instaladas em casas e centros recreativos. Com a banheira, os consumidores foram apresentados a hidroterapia, uma ótima opção para aliviar tensões e relaxar, garantindo uma boa noite de sono. O sucesso da empresa estava garantido. Em 1970, a empresa lançou a primeira banheira Spa, uma unidade grande, desenhada para acomodar várias pessoas, possuindo sistema de filtragem para manter a água aquecida e limpa. O novo produto se tornou um sucesso, pois poderia ser instalado em áreas externas, principalmente nos quintais. O endosso de inúmeras celebridades da época também contribuiu para o enorme sucesso do produto.

 família vendeu a empresa em 1979 e somente Roy Jacuzzi permaneceu à frente do negócio. Na década de 80 a empresa iniciou um forte processo de exportação para Europa, principalmente Espanha e Itália. A linha de produtos foi aumentada, com diversos tamanhos e cores, além de inúmeros itens opcionais, atingindo 12 modelos diferentes. Após uma enorme reestruturação em 2003, a empresa foi vendida para a Apollo Management em 2007 por 1.25 bilhões.

Em se tratando de Brasil, a empresa chegou ao país em 1958, quando iniciou a fabricação de bombas hidráulicas. Acreditando no crescimento do país, em 1964, utilizando as mais modernas tecnologias existentes na época, lançou vários produtos inéditos como equipamentos para piscinas, banheiras com hidromassagem e inúmeros dispositivos hidráulicos complementares (sistemas de pressão, piscinas de fibra de vidro, acessórios para piscinas, entre outros). Em 1980, depois de conquistar seu espaço no mercado nacional, a empresa instalou sua sede na cidade de Itu, interior de São Paulo, onde está localizada até hoje.

Fonte de pesquisa: www.mundodasmarcas.blogspot.com

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h05
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Há 25 anos que a terra se tornava tricolor.

Tricolor trouxe título inédito para o Rio Grande do Sul após derrotar o Hamburgo em Tóquio, com dois gols do jovem Renato Gaúcho.

 

Quando os relógios marcaram meia-noite, anunciando o início do domingo 11 de dezembro de 1983, a cidade de Porto Alegre vivia um clima bem diferente do habitual. Ao invés do silêncio, das luzes apagadas e do clima ameno característico do Rio Grande do Sul, as ruas foram tomadas pela animação de milhares de pessoas concentradas em bares, restaurantes ou mesmo nas próprias casas, trajadas nas cores azul, preto e branco. Todas com os olhos fixos na televisão e em uma só atração: a decisão do Mundial Interclubes. Seja roendo as unhas, fazendo algum movimento tenso ou bebendo goles de chimarrão, a expectativa era a mesma: ver o Grêmio ser campeão mundial.

Exatos 25 anos depois, os torcedores gremistas trocam o nervosismo daquela madrugada pela festa de bodas de prata do fato mais marcante da centenária história do clube. Recordam-se da euforia que tomou conta do Rio Grande do Sul após a conquista inédita para o estado e também das comemorações no estádio Nacional de Tóquio, palco do jogo decisivo. Na memória, os dois gols e as jogadas desconcertantes do jovem Renato, 21 anos, contra o Hamburgo (Alemanha), campeão europeu, derrotado por 2 a 1 na prorrogação, após empate por 1 a 1 no tempo normal. Ficaram também as lembranças da habilidade de Mário Sérgio, das defesas de Mazaropi, da garra de De León, da velocidade de Tarciso, do comando de Valdir Espinosa e da importância dos demais heróis tricolores em campo. Mesmo após tanto tempo, essas imagens continuam vivas na mente dos torcedores gremistas que tiveram o privilégio de acompanhá-las.

 

 

 

Dá-lhe, dá-lhe tricolor.

 

Fonte de pesquisa: globoesporte.globo.com

Escrito por BÁRBARA PRADO às 20h55
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10/12/2008


Uma imagem vale + que 1000 palavras.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h15
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Lenda de Oxum

Oxum sempre foi mulher vaidosa, bela e elegante ofuscava a todos com seu brilho vistoso. Uma coisa, porém fazia-lhe falta, queria muito saber sobre os mistérios de Ifá. Tinha sede do conhecimento dos oráculos, precisava conhecer o passado, presente e futuro, somente assim se sentiria realizada. Pensou bastante a respeito e resolveu procurar Exu, usou toda sua doçura e encanto para que ele lhe ensinasse os segredos. Exu sentiu-se atraído pela bela mulher, mas não era de entregar nada gratuitamente e lhe propôs um trato. Se ela ficasse junto dele por sete anos fazendo todos os serviços de sua casa, entregaria os mistérios que ela tanto desejava. Oxum aceitou e durante todo o tempo do trato, lavou, passou e cozinhou para Exu. No final do período tratado, Exu cumpriu o que havia prometido e liberou-a. A moça, entretanto havia se apaixonado e mesmo com os segredos em mãos preferiu continuar morando com ele. Assim viveram por muito tempo em perfeita harmonia. Um dia Oxum estava à beira de um rio cantando com maviosa voz enquanto penteava os cabelos. Xangô, que por ali passava, escondeu-se para ver de onde vinha tão maravilhosa melodia. Ao deparar-se com a beleza encantadora da bela mulher enamorou-se perdidamente. Impetuoso como sempre, foi até ela e declarou-se. Ela, porém, explicando sua condição de casada e feliz, recusou o amor que o homem dizia sentir. Tomado de fúria, não admitia ser contrariado, agarrou a mulher e levou-a para seu reino onde a trancafiou no alto de uma torre de onde somente sairia para unir-se a ele. Dias e noites sem fim se passaram e Oxum em sua masmorra apenas chorava em desespero. Enquanto isso, Exu vasculhava por todos os cantos do mundo a procura da mulher que aprendera a amar e respeitar. Quando já estava para desistir, resolveu descansar à sombra de uma árvore, quando ouviu um canto melancólico e reconheceu imediatamente a voz que tanto amava. Rapidamente subiu até a torre e tomou conhecimento de tudo que acontecera. Tentou de todas as formas tirá-la dali, mas Xangô havia sido previdente, usara de um artifício mágico que deixava a mulher presa dentro de um circulo e somente ele conseguiria libertá-la. Sentindo-se derrotado, Exu foi embora jurando que voltaria. Andou sorumbático pelos caminhos, a cabeça em turbilhão, quando se deparou com um velho que perguntou o porquê daquela tristeza. Onde estava a alegria tão comentada de Exu? Ele não teve forças para responder, apontou o alto da torre que se via ao longe. O velho era Orunmilá e não precisou de mais detalhes, apenas queria saber o tamanho do amor que unia aqueles dois e a resposta do rapaz foi o suficiente. Tirou um saquinho de sua vestimenta e entregou a ele recomendando que aspergisse seu conteúdo sobre Oxum. Cheio de alegria e esperança Exu voltou correndo à prisão de sua amada. Sem dizer nada apenas jogou sobre ela todo o pó que Orunmilá lhe dera. No mesmo instante Oxum transformou-se em uma linda pomba dourada e saiu voando direto para seu lar onde mais tarde se reencontraram e viveram felizes por muitos anos.

 

Fonte de pesquisa: recebi por e-mail

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h12
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08/12/2008


O poder do sal grosso.

O sal grosso é considerado um potente purificador de ambientes.
Povos distintos usam o sal para combater o mau-olhado e deixar a casa a salvo de energias nefastas.


O sal é um cristal e por isso emite ondas eletromagnéticas que podem ser medidas pelos radiestesistas. Ele tem o mesmo cumprimento de onda da cor violeta, capaz de neutralizar os campos eletromagnéticos negativos. Visto do microscópio o sal bruto revela que é um cristal, formado por pequenos quadrados ou cubos achatados.


As energias densas costumam se concentrar nos cantos da casa. Por isso, colocar um copo de água com sal grosso ou sal de cozinha equilibra essas forças e deixa a casa mais leve.

Para uma sala média onde não circula muita gente, um copo de água com sal em dois cantos é suficiente. Em dois ou três dias já se percebe a diferença. Quando formam-se bolhas é hora de renovar a salmora.

A solução de água e sal também é capaz de puxar os íons positivos, isto é, as partículas de energia elétrica da atmosfera, e reequilibrar a energia dos ambientes. Principalmente em locais fechados, escuros ou mesmo antes de uma tempestade, esses íons têm efeito intensificador e podem provocar tensão e irritação.
A prática simples de purificação com água e sal deve ser feita à menor sensação de que o ambiente está carregado, depois de brigas ou à noite no quarto, para que o sono não seja perturbado.
 

Banho de sal grosso e o antigo escalda-pés (mergulhar os pés em salmoura bem quente) têm o poder de neutralizar a eletricidade do corpo. Para quem mora longe da praia é um ótimo jeito de relaxar e renovar as energias.
Já foi considerado o ouro branco (salmoura para consersar alimentos).

Os povos foram desenvolvendo técnicas de usar o sal, como as abaixo descritas:
Uma pitada de sal sobre os ombros afasta a inveja.
Para espantar o mau-olhado ou evitar visitas indesejáveis, caboclos e caipiras costumam colocar uma fileira de sal na soleira da porta ou um copo de salmoura do lado esquerdo da entrada . 'A mistura de sal com água ou álcool absorve tudo de ruim que está no ar, ajuda a purificar e impede que a inveja, o mau-olhado e outros sentimentos inferiores entrem na casa.'
Depois de uma festa, lavar todos os copos e pratos com sal grosso para neutralizar a energia dos convidados, purificando a louça para o uso diário.
Tomar banho de água salgada com bicarbonato de sódio descarrega as energias ruins e é relaxante. O único cuidado é não molhar a cabeça, pois é aí que mora o nosso espírito e ele não deve ser neutralizado.
Na tradição africana, quando alguém se muda, as primeiras coisas a entrar na casa são: um copo de água e outro com sal. Usam sal marinho seco, num pires branco atrás da porta para puxar a energia negativa de quem entra. Também tomam banho com água salgada com ervas para renovar a energia interna e a vontade de viver.

No Japão, o sal é considerado poderoso purificar. Os japoneses mais tradicionais jogam sal todos os dias na soleira das portas e sempre que uma visita mal vinda vai embora. Símbolo de lealdade na luta de sumô. Os campeões jogam sal no ringue para que a luta transcorra com lealdade.

Use esse poderoso aliado! É barato, fácil de encontrar e pode te ajudar em momentos de dificuldade energética e esgotamento.

Fonte: Revista Bons Fluídos - Casa Claúdia Especial - Mar/Abr/1999. Indeciso

Escrito por BÁRBARA PRADO às 20h35
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05/12/2008


Fondue coisa de homem.

 

A região de origem da fondue não é totalmente conhecida (originário da Suiça), mas deve situar-se na região de Jura/Savoie, na fronteira franco-suíça. A receita mais antiga encontra-se num livro de cozinha escrito em Zurique em 1699. Foi inventado durante os frios invernos alpinos, quando as montanhas e os vales ficavam cobertos pela neve e as pequenas vilas isoladas, quando então, o abastecimento de alimento fresco não era possível. Daí os produtos mais comuns eram o queijo, o pão e o vinho.

A palavra fondue é de origem francesa "fondre" que significa derreter. Por isso o queijo usado precisa ser de fácil digestão.

Contrariamente à crença popular, não teria sido inventada por pessoas vivendo nos alpes suíços, pois nessa época o queijo usado na fondue era caro, o que significa que não estaria ao alcance da maior parte das pessoas vivendo nas montanhas.

Na década de 1950 a fondue entrou nas cozinhas do exército suíço, tornando-se assim conhecida dos soldados, que levaram esta receita para suas casas. Até hoje, a preparação da fondue é considerada como uma "coisa de homem" na Suíça.

 

Outros dizem que:

Diferente do que se possa pensar, fondue é uma expressão feminina e que nasceu na Idade Média, a cerca de sete séculos atrás, nos Alpes Suíços, como resultado de uma super produção de queijos.

Conta-se que no século XIII moradores dos Alpes Suíços tiveram uma superprodução de queijo que endureceu com o inverno.

Para evitar a perda e conservá-los, derreteram o excesso produzido e acrescentaram Kirsch (bebida alcoólica de cereja produzida ali). Enquanto preparavam, iam provando com pão para determinar o tempero.

Com o passar do tempo, a operação se transformou em celebração e o queijo fundido, na fondue que conhecemos hoje: degustada entre amigos durante o inverno. Como em todo ritual, o prato foi adaptado e, além da fondue de queijo, há ainda a bourguignonne (fondue de carne), de peixe, camarão ou chocolate com frutas.

 

Fonte de pesquisa: páginas da Internet Legal 

Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h22
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Escrito por BÁRBARA PRADO às 22h04
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04/12/2008


História da cachaça.

Os antigos egípcios deram o primeiro sinal. Curavam suas moléstias inalando vapor de líquidos fermentados. Os primeiros a destilar uma bebida foram os chineses. Já os gregos tomaram a dianteira e registraram o processo de obtenção da "acqua ardens", entre 23 e 79 dC, batizada por Plínio, o Velho, de alkuru. Suas propriedades transformaram a água ardente, que pegava fogo, em água da vida, por suas características medicinais. A "Eau de Vie" foi receitada como elixir da longevidade.

Com a expansão do Império Romano, a aguardente invadiu territórios e aprimorou sua tecnologia de produção. Na Itália, o destilado de uva ficou conhecido como "grappa". A partir da cereja, a Alemanha desenvolveu o "kirch". A Escócia fez o uísque da cevada maltada, a Rússia destilou o cereal para obter a vodca, e do arroz veio o saquê japonês. Em Portugal, a "bagaceira" era produzida com o bagaço da uva.

A cana de açúcar chegou ao Brasil trazida da Ilha da madeira pelos portugueses, ainda no séc. XVII. No engenho de Martin Afonso de Souza, da capitania de São Vicente, logo descobriram o vinho da cana, conhecido como "garapa azeda", líquido restante dos tachos de rapadura, que servia de alimento para os animais. Os escravos passaram a tomar esta bebida, inicialmente apenas fermentada. Foram eles também que começaram a destilar a mistura, então chamada "cagaça". Semanticamente, de cagaça a cachaça foi um pulo e a nova bebida se transformou em moeda corrente para a compra de escravos na África. A produção de cachaça artesanal prosperou, inicialmente, no litoral sul do Rio de Janeiro. A descoberta de ouro nas Minas Gerais trouxe uma infinidade de aventureiros de todas as partes do país. Para aquecer as frias noites em meio às montanhas da Serra do Espinhaço, só mesmo o destilado de alto teor alcoólico. Isso incomodou a Coroa portuguesa, pois a cachaça roubava mercado do vinho do Porto e da bagaceira. Alegando que a bebida prejudicava a extração de ouro nas minas, a Corte proibiu várias vezes a produção e comercializaçã o da cachaça. Não funcionou e acabou por cobrar uma alta tributação da bebida mais consumida no estado. A aguardente transformou- se, então, em símbolo da resistência a Portugal. As técnicas de produção se aprimoraram, mas MG se manteve fiel às tradições. Não abre mão, por exemplo, do alambique de cobre. A flora local também colaborou para o desenvolvimento das técnicas de envelhecimento na madeira, o que sofistica o produto.

No entanto, era preciso melhorar a qualidade do produto e foi em Salinas no norte do Estado, que um pequeno fazendeiro, chamado Anísio Santiago, introduziu a técnica de separar, durante a destilação, a cachaça em três frações. Somente a do meio, chamada de coração, considerada nobre, passou a ser envelhecida e comercializada. Porém, até há pouco tempo, a cachaça era uma bebida encontrada somente em "botecos", sem controle de qualidade e consumida por classes menos favorecidas. Talvez o descaso com a cachaça tenha sido pela sua origem "pouco nobre" na visão de colonialistas e escravocratas, assim como aconteceu com a feijoada, pois ambos constituíam comida e bebida típicos de escravos. Somente em 1988, um grupo de produtores, em parceria com universidades e com o Instituto de Desenvolvimento do Estado de MG, (INDI) criou a Associação dos Produtores de Aguardente de Qualidade (AMPAQ). Desde então, a Associação estabeleceu normas de fabricação, ministrando cursos e palestras; criou, igualmente, um selo de qualidade, o primeiro para bebidas alcoólicas do país.

Fonte de pesquisa: Páginas da internet

Escrito por BÁRBARA PRADO às 19h48
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A lenda de Yansã a senhora dos ventos e tempestades.

 

Yansã é a entidade dos ventos, das tempestades e do rio Níger que em Iorubá chama-se Odo-Oyá. Foi a primeira mulher de Xangô e tinha um temperamento forte, ardente e impetuoso. Conta a lenda que Xangô enviou-a a uma missão na terra dos baribas, a fim de buscar um preparado, que uma vez ingerido,lhe permitia lançar fogo e chamas pela boca e pelo nariz. Yansã desobedecendo às intruções do esposo experimentou esse pre-parado tornando-se capaz de também cuspir fogo, para grande desgosto de Xangô, que desejava guardar só pra si este terrível poder. Yansã foi no entanto a única mulher de Xangô, que no final de seu reinado segui-o na sua fuga pra Tapá. E quando Xangô recolheu-se para debaixo da terra, em Kossô, ela fez o mesmo em Irá. Antes de se tornar mulher de Xangô, Yansã tinha vivido com Ogum. A aparência do deus do ferro e dos ferreiros causou-lhe menos efeito que a elegância, o garbo e o brilho do deus do trovão. Ela fugiu com Xangô, e Ogum enfurecido, resolveu enfrentar seu rival; mas este último foi à procura de Olodumaré, o deus supremo, para lhe confessar que havia ofendido Ogum. Olodumaré interveio junto ao amante traído e recomendou que perdoasse a afronta. E explicou: - Você Ogum, é mais velho que Xangô! Se, como mais velho deseja preservar sua dignidade aos olhos de Xangô e aos outros orixás, você não deve se aborrecer nem brigar: deve renunciar a Yansã sem recriminações! Mas Ogum, não foi sensível à este apelo, lançou à perseguição dos fugitivos, e trocou golpes de varas mágicas com a mulher infiel, que foi então, dividida em nove partes. Este número nove, ligado a Yansã, está na origem de seu nome Yansã.

 

Fonte de pesquisa: recebido por e-mail

Escrito por BÁRBARA PRADO às 19h36
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01/12/2008


O panetone

      

O bolo recheado de frutas secas e uvas secas é uma tradição do Natal italiano e surgiu em Milão, mas há três versões diferentes para explicar sua origem.

A primeira versão é que o produto nasceu no ano 900, inventado por um padeiro chamado Tone. Por isso, o bolo teria ficado conhecido como pane-di-Tone. A segunda versão da história diz que o mestre-cuca Gian Galeazzo Visconti, primeiro duque de Milão, preparou o produto para uma festa em 1395. E a última versão conta que um certo Ughetto resolveu se empregar numa padaria para poder ficar pertinho da sua amada Adalgisa, filha do dono. Ali ele teria inventado o panetone, entre 1300 e 1400. Feliz com a novidade, o padeiro permitiu que Ughetto se casasse com Adalgisa.

No Brasil, a tradição começou a se expandir depois da Segunda Guerra Mundial, quando imigrantes italianos resolveram fazer o mesmo panetone consumido por eles na Itália na época de Natal.

Hoje existem panetones de outros sabores, o Chocotone por exemplo.

 

 

Fonte de pesquisa:www.terra.com.br/natal/curiosidades

Escrito por BÁRBARA PRADO às 20h21
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