CAFÉ COM HISTÓRIA


28/08/2009


Fim da era Kennedy

Democrata eleito por Massachusetts, Ted morreu na cidade de Hyannis Port, e era irmão de John Kennedy, presidente americano assassinado em 1963, de Robert Kennedy, senador assassinado durante campanha para a nomeação presidencial democrata de 1968, e de Joe Kennedy, piloto morto na II Guerra Mundial.
Ted Kennedy era o último sobrevivente de uma família privilegiada e carismática que dominou a política americana na década de 1960, atraindo a atenção do mundo inteiro. O senador lutava contra um câncer no cérebro diagnosticado em maio de 2008.

Por anos, democratas consideraram sua candidatura à presidência inevitável. Em 1968, uma possível campanha emergiu poucos meses depois da morte de Robert, mas ele desistiu, percebendo que não estava preparado para ser presidente. Analistas políticos consideraram sua candidatura em 1972, mas as especulações tiveram fim quando, em uma noite de julho de 1969, o carro que dirigia caiu de uma ponte matando uma jovem passageira afogada, mas conseguiu salvar-se, ao mesmo tempo em que não prestou nem pediu socorro para sua acompanhante, que teria morrido horas depois afogada. Ted assumiu a culpa mas declarou-se em estado de choque, sendo condenado a dois meses de prisão condicional, ao mesmo tempo em que nunca houve maiores investigações sobre a veracidade de sua versão.[A tragédia teve um efeito corrosivo na imagem da família.

Era o mais novo dos nove filhos de Joseph P. Kennedy, um homem de negócios e ex-embaixador americano de origem irlandesa. Seu primeiro mandato como senador foi obtido após o adiamento de eleições, o que permitiu que tivesse a idade mínima (30 anos) necessária para o cargo, na vaga deixada pelo seu irmão, eleito presidente, gerando acusações de favorecimento.

Como político:

Voltou-se, então, para a defesa de causas liberais, apoiando, mesmo sendo de família católica, o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Também foi um defensor de direitos dos imigrantes e do controle de armas. No âmbito externo, condenou a ditadura militar do general chileno Augusto Pinochet, o regime de apartheid na África do Sul, a guerra do Vietnã e a guerra do Iraque, além de participar de esforços de paz na Irlanda do Norte. Em 2006, a revista Time o citou como um dos dez melhores senadores americanos, devido a todo seu histórico. Para muitos analistas, seu legado em décadas de lutas legislativas foi mais profícuo que o deixado por seus irmãos. Ficou conhecido por sua habilidade em tratar com os republicanos. Ainda que o partido tenha combatido muitas de suas idéias, seus projetos sempre contavam com apoio de políticos desse partido.

Eleito ao todo oito vezes senador, permaneceu mais de quarenta anos no cargo, sendo o segundo mais longevo (atrás apenas do democrata Robert Byrd). Recebeu de Barack Obama, em 2009, a mais alta condecoração civil, a Medalha Presidencial da Liberdade, pelo seu trabalho como agente de mudanças.

Fonte de pesquisa: WEB

Escrito por BÁRBARA PRADO às 21h40
[ ] [ ]

15/08/2009


Conheça a comovente e REAL história que inclusive virou tema de filme do  quão fiél e leal a seu dono um cão pode vir a ser, a foto acima é uma foto de verdade do cão protagonista desse drama.

Todo ano em 8 de abril ocorre uma cerimônia solene na estação de trem de Shibuya, em Tóquio. São centenas de amantes de cães que se reúnem em homenagem à lealdade e devoção de Hachiko, fiel companheiro do Dr. Eisaburo Ueno, um professor da Universidade de Tóquio.Mas, quem foi Hachiko? Que houve de tão extraordinário em sua vida para granjear a admiração e o respeito de tantos que assistem a tal reunião de caráter solene? O artigo intitulado "Velho e fiel cão espera pelo retorno do dono por dez anos", publicado na edição do Asahi Shinbun de 4 de outubro de 1933, lança luz sobre estas questões.O texto impresso fez um registro histórico de uma das mais bonitas, se não, a mais bela e ímpar história de lealdade, fidelidade e incondicional amor de um cão para com seu dono. De tão incrível era a história contada nas entrelinhas do artigo que a atenção de todo o povo japonês se voltaria para ela; nada menos que o mundo acabaria se rendendo a tal registro épico!Diga-se, de passagem, que a comovente história do Chu-ken Hachiko (o cachorro fiel Hachiko) rendeu um livro e um filme chamado "A História de Hachiko", mas, sobretudo, colaborou sobremaneira para que a reputação da raça se tornasse conhecida e famosa em todo o mundo, além de impulsionar um apaixonado movimento de restauração e preservação da raça Akita em seu país de origem, o Japão.O nome do protagonista e aspirante ao estrelato da história contada pelo Asahi Shinbun, e que ficou conhecido em todo o mundo, era Hachiko, um cão branco da raça Akita; o coadjuvante, seu próprio dono, o Dr. Eisaburo Ueno.Pode-se dizer que a história toda teve seu início muito antes daquele 4 de outubro de 1933, data em que o artigo veio a público.O "Era uma vez..." desta história teve seu ponto de partida em novembro de 1923, portanto, exatos dez anos antes. Naquele mês e ano nasceu Hachiko, na cidade de Odate, província de Akita.Em 1924, Hachiko foi enviado a casa de seu futuro proprietário, o Dr. Eisaburo Ueno, um professor do Departamento Agrícola da Universidade de Tóquio. A história dá conta de que o professor ansiava por ter um Akita há anos, e que tão logo recebeu seu almejado cãozinho, deu-lhe o de Hachi, ao que depois passou a chamá-lo carinhosamente pelo diminutivo, Hachiko. Foi uma espécie de 'amor à primeira vista', pois, desde então, se tornariam amigos inseparáveis!O professor Ueno morava em Shibuya, subúrbio de Tóquio, perto da estação de trem que levava (e que leva até os dias de hoje) o mesmo nome. Como fazia do trem seu meio de transporte diário até o local de trabalho, já era parte integrante da rotina de Hachiko acompanhar seu dono todas as manhãs. Caminhavam juntos o inteiro percurso que ia de casa à estação de Shibuya. Mas, ainda mais incrível era o fato de que Hachiko parecia ter um relógio interno, e sempre às 15 horas retornava à estação para encontrar o professor, que desembarcava do trem da tarde, para acompanhá-lo no percurso de volta a casa.Entretanto, algo de trágico estava para acontecer no dia 21 de maio de 1925 — mal se sabia, mas, reescrevia-se ali um novo desfecho para a história. Hachiko, que na época tinha pouco menos de dois anos de idade, à hora certa, lá estava na estação como de costume, pacientemente (e de rapinho abanando!) à espera de seu dono. Só que o professor Ueno não retornaria naquela tarde de 21 de maio; sofrera um derrame fatal na Universidade que o levara a óbito. Destarte, ainda que alheio da realidade, naquele dia o leal e fiel Akita esperou por seu dono até à madrugada.Após a morte do professor Eisaburo Ueno, conta a história que seus parentes e amigos passaram a tomar conta de Hachiko. Mas, tão forte e inexpugnável era o vínculo de afeto para com seu amado dono — lealdade, fidelidade e incondicional amor levados ao extremo —, que no dia seguinte à morte do professor ele retornou à estação para esperá-lo. Retornou todos os dias, manhã e tarde à mesma hora, na incansável esperança de reencontrá-lo, vê-lo despontar da estação de Shibuya. Às vezes, não retornava à casa por dias!Foi assim dez anos seguidos repetindo a mesma rotina (quiçá, já não tão feliz), razão pela qual já era uma presença familiar e pitoresca para o povo que afluía à estação. E ainda que com o transcorrer dos anos já estivesse visivelmente debilitado em conseqüência de artrite, Hachiko não se indispunha a ir diária e religiosamente à estação. Nada nem ninguém o desencorajava de fazer sua peregrinação!A história tem seu triste clímax em 8 de março de 1935, quando aos 11 anos e 4 meses, Hachiko é encontrado morto no mesmo lugar na estação onde por anos a fio esperou pacientemente por seu dono, onde durante dez anos se tinha mantido em vigília.Hachiko, como não poderia deixar de ser, tornou-se um marco, um referencial de amizade talvez jamais igualável em qualquer era anterior ou futura na história. Sua descomunal lealdade e fidelidade receberam o reconhecimento de todo o Japão. Em 21 de abril de 1934, praticamente um ano antes de sua morte, uma pequena estátua de Hachiko, feita de bronze pelo famoso artista japonês Ando Teru, foi desvelada em sua honra numa cerimônia perto à entrada da estação de Shibuya, local onde morreu. Era a memória de Hachiko sendo imortalizada.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 11h28
[ ] [ ]

12/08/2009


40 anos de Woodstock 15, 16, 17 e 18 de Agosto.

Woodstock foi um festival de música anunciado como "Uma Exposição Aquariana", organizado na fazenda de 600 acres de Max Yasgur na cidade rural de Bethel, Nova York, de 15 a 18 de agosto de 1969.

Woodstock aconteceria  fora da cidade grande , enfatizando o clima existente de "volta do campo" e, estava sendo programado pra ser ser o maior festival musical de todos os tempos. Para atrair o público jovem, foram usados os símbolos e frases consagrados pela contracultura dos anos 1960 e começo de 70. O próprio slogan do evento "três dias de paz e muita música" era baseado na contracultura da década. O slogan continha em si o sentimento anti-guerra, dissiminado no filme/musical Hair.

O festival exemplificou a era hippie . Trinta e dois dos mais conhecidos músicos da época apresentaram-se durante um chuvoso fim de semana defronte a meio milhão de espectadores.

Mesmo considerado um investimento arriscado, o projeto foi montado tendo em vista retorno financeiro. Os ingressos passaram a ser vendidos em lojas de disco e na área metropolitana de Nova York, ou via correio através de uma caixa postal. Custavam 18 dólares (aproximadamente 75 dólares em valores atuais), ou 24 dólares se adquiridos no dia. Aproximadamente 186,000 ingressos foram vendidos antecipadamente, e os organizadores estimaram um público de aproximadamente 200.000 pessoas. Não foi isso que aconteceu, no entanto. Mais de 500.000 pessoas compareceram, derrubando cercas e tornando o festival um evento gratuito. Para aproveitarem três dias de mentes abertas, amor livre,  drogas liberadas e muito rock. Cenas de nudismo confrontando as regras do stablishment.

Embora o festival tenha sido reconhecidamente pacífico, dado o número de pessoas e as condições envolvidas, houve duas fatalidades registradas: a primeira resultado de uma provável overdose de heroína, e a outra após um atropelamento de trator. Houve também dois partos registrados (um dentro de um carro preso no congestionamento e outro em um helicóptero), e quatro abortos. Ainda assim, em sintonia com as esperanças idealísticas dos anos 60, Woodstock satisfez a maioria das pessoas que compareceram. Mesmo contando com uma qualidade musical excepcional, o destaque do festival foi mesmo o retrato comportamental exibido pela harmonia social e a atitude de seu imenso público.

 

 

Pode ser considerado o auge da contracultura e da era hippie, culminando com o fim da década, que se tornava difícil e confusa.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 16h09
[ ] [ ]

09/08/2009


Dia dos Pais.

 

Nos Estados Unidos, o Dia dos Pais tem uma história semelhante à do Dia das Mães: foi criado por uma filha para homenagear uma pessoa de sua família. Segundo conta o site do governo, a americana Sonora Dodd, de Spokane, propôs a criação da data pela primeira vez em 1909, para homenagear o pai, William Smart, veterano da Guerra Civil. Ele havia ficado viúvo quando a mulher morreu no parto do sexto filho.

No ano seguinte, o primeiro Dia dos Pais foi celebrado. O mês escolhido foi o de aniversário de Smart: junho. Em 1924, o presidente americano Calvin Coolidge apoiou a ideia do feriado nacional, embora a primeira proclamação presidencial sobre a data tenha sido apenas em 1966, quando o presidente Lyndon Johnson designou o terceiro domingo do mês para a comemoração.

No entanto, o Dia dos Pais só foi comemorado oficialmente em 1972, quando o presidente Richard Nixon assinou uma lei que tornava a data permanente.

 Hoje, os Estados Unidos estimam em 64,3 bilhões o número de pais no país.

Escrito por BÁRBARA PRADO às 13h22
[ ] [ ]

02/08/2009


Certidão de Banhos

Por volta do século XVIII os noivos além de apresentarem as devidas certidões de batismo e crisma, tinham também que apresentar a  Certidão de Banhos, que se tratavam de:

Certidão de Banhos era um documento passado pelo pároco, do local de origem dos noivos, observando os prazos normais de publicação (3 dias), onde não poderia constar impedimento algum quanto ao casamento contratado, em outras palavras, o noivo ou a noiva não tinha feito promessa alguma de casamento que não fosse com aquela ou aquele. No final do século XVIII, por exemplo, devido as dificuldades de comunicação, as certidões, tanto de batismo como de banhos, poderiam levar anos para chegar ao Brasil (quando chegavam). Neste período então, o noivo ou noiva deveria caucionar algum valor ou apresentar fiador, além de outras provas testemunhais de que o noivo ou noiva era quem se declarava, filho ou filha daqueles pais, e que declarava que era solteiro ou solteira e que pelo que sabia, um ou outro não havia prometido casamento algum, que não havia parentesco nem compadresco entre eles,  e que também não tinham feito voto de castidade ou de não casar. A certidão de banhos é que complementava a habilitação de casamento ou seja provando por A+B que os devidos noivos estavam livres para o casamento.
O que se usa hoje, com anúncios de jornais comunicando o casamenbto de Maria da Silva como João Carlos do Nascimento e Borba, proclames estes que devem ir ao jornal por cerca de 30 dias antecedentes ao casamento, evitando assim a conhecida frase.
"- Se alguém tem algo contra este casamento, que  fale agora ou cale-se para sempre..."
Fonte de pesquisa: http://reinodeclio.blogspot.com/ (Barbara Lucas)

Escrito por BÁRBARA PRADO às 13h28
[ ] [ ]

Perfil

Meu perfil
BRASIL, Mulher, Livros, Animais, História, Meio Ambiente, Boa música...

Histórico